Fanfic-2º.Capítulo-Prostituição forçada  Inserido Wednesday 02 July 2008 03:36

Este capitlo é dedicado há Kattah!!! Adoro-te!!!!!

 

 

 

 

2º.Capítulo

 

-Despacha-te e vai trabalhar!-disse-me ele empurrando-me para dentro do camarim onde estavam as outras. Olhou-me de alto a baixo e saiu, batendo fortemente com a port.

-Fugiste de novo... Saskia, já devias saber que não se consegue fugir dele...-disse-me uma voz carinhosa, tentando consolar-me.

-Eu... Esquece.-deixei-me vencer.

-Saskia, despacha-te! O Sr. Rudolf quer-te ver, já!-disse o homem abrindo violentamente a porta.

-Oh, o Rudolf não...-suspirei para mim mesma.

-Disses-te alguma coisa?-perguntou ameaçadoramente.

-Não; estou a ir!-disse eu fazendo um sorriso sínico.

 Respondeu-me da mesma forma e saiu fechando a porta.

Mudei de roupa auxiliada pelas outras e saí do camarim.

O ambiente estava calmo no recinto, aquele cheiro a cachimbo que eu não suporto pairava no ar. Procurava o Rudolf com o olhar, andando pelo bar.

-Saskia!-chamou ele ao ver-me.

Meinne Gotte...

-Olá Sr. Rudolf!-disse eu, fazendo o mehor dos meus sorrisos enquanto caminhava para a mesa deste.

-Oh Saskia, senta-te aqui comigo...-disse ele chegando-se para a ponta do sofá, esperando que eu me sentasse a seu lado. Sorri ainda mais e sentei-me na outra ponta do sofá. Este apressou-se a puxar-me para ele, pondo um de seus braços há volta da minha cintura.

 Sorriu novamente e apertou-me ainca mais contra o seu corpo.

-Tenho saudades tus...-disse-me, beijando-me. Aquele homem tinha um sabor a águardente instalado na boca. Era intragável, mas aguentei-o.-Vamos para o teu quarto...

  A última coisa que me apetecia agora era que ele me pedisse isto. No entanto, ia arranjar problemas se não o levasse onde ele queria ir.

 Sentei-me em cima dele, dando-lhe uns quantos beijos, acariciei-lhe o orgão sexual e puxei-o sedutoramente para fora do sofá, levantando-me.

-Vamos...

 Encaminhei-nos até hás escadas que iam dar aos quartos. No início destas, o tal homem encontrava-se lá encostado.

Sorri sinicamente para este quando passei por ele e subi as escadas seguida por Rudolf.

  O homem deu-lhe um toque no braço e este parou.

-Sr. Rudolf, ela tem-se portado há altura?-perguntou-lhe.

-Lindamente...-respondeu-lhe enquanto sorria para mim, que me encontrava já no cimo das escadas, demasiado longe para conseguir ouvir a conversa.-Mas acho que se vai portar ainda melhor no quarto...

-Ela realmente é fantástica... De qualquer das formas, "puxe" por ela hoje... Ela anda muito saidinha da casca e precisa de um "aperto"... O Sr. é o ideal pra lho dar... Canse-a até ela não aguentar mais...-disse-lhe o sujeito, olhando-me maliciosamente. 

-Terei todo o gosto...-disse ele mirando-me mais uma vez.

 Subiu as escadas na minha direcção, pousou uma mão na minha anca, e avançámos até ao meu suposto quarto.

Abri a porta com a chave que tirei do bolso dos meus shots azuis escuros.

 Rudolf empurrou apressadamente a porta, agarrando-me e beijando-me descontroladamente. Gosh, ele cheirava a bebida. Saskia, tu aguentas.

Rudolf começou a despir-me brutamente, e eu ajudei-o a despir a camisola.

Baixou as calças e obrigou-me a ajoelhar-me há sua frente, acariciando o seu orgão sexual. Aquele homem metia-me nojo, mas eu era obrigada a submeter-me àquilo.

 

 

[narrador não participante]

 

 

 

-Bill e que tal aquele?-perguntou o irmão deste apontando para a porta de um bar.

-Tom, isso é um antro de perdição! Um, olha como lhes chamam nas novelas!, um bordel!-disse Bill aterrorizado.

-Oh,vá lá, não sejas cortes!-disse Tom dando-lhe uma suave palmada no ombro.

-Vá, vamos a este e não se fala mais nisso-disse Georg, que também se encontrava com os gémeos.

 Como Bill recusou-se a entrar pelo próprio pé, Georg e Tom agarraram-no e obrigaram-no.

-Eu não quero, ou será que ainda não perceberam!?-disse Bill irritado com tanta insistência.

-Olha para estas belezas, bebe alguma coisa, papa umas gajas e descontrai...-disse Tom olhando há volta.

Os três rapazes chamaram logo a atenção de jovens e encantadoras raparigas.

  Bill sentia repugnância destas, que vendiam o seu bonito corpo por algumas dezenas de euros.

Tom já estava agarrado a uma loira de olhos azuis, enquanto Georg era rondado por uma rapariga de cabelos ruivos e olho verdes.

Tom sentou-se num dos grandes sofás daquele bar/bordel juntamente com a loira. Georg sentou-se no sofá há frente com Bill ao lado.

-Desculpem lá, mas eu vou-me embora!-disse Bill levantando-se.

-Tu és uma cabra! Tens de fazer o que te mandam!!! É para isso que te pago!-ouviu-se uma voz masculina gritar.

-Eu não tenho de te obedecer! És nojento!-ouviu-se uma voz feminina não gritando mais baixo-E eu não quero o teu dinheiro!

Todos meteram os olhos no cimo das escadas do recinto.

-Desta vez passas-te das marcas, Saskia! Precisas de uma lição!-disse o homem.

No cimo das escadas estava um homem,mais precisamente o dono do bordel, discutindo um aparentemente uma prostituta como todas as outras que ali estavam. Esta estava apenas de langerie preta e botas brancas.

-Tu não mandas em mim! Eu não sou tua!!!-girtou-lhe a rapariga.

  Este deu-lhe um murro cerrado na delicada face, com força suficiente para a conseguir deitar ao chão.

-Tu não me podes fazer isto...-disse ela, enquanto esfregava a zona onde este lhe tinha batido. estava a sangrar do nariz.

-Vamos ver quem me impede...-disse.

Este nem a deixou levantar, começou a dar-lhe pontapés. Ela contorcia-se dolorosamente no chão.

-Pára...-pedia ela.

Ele apenas se ria maliciosamente, demonstrando adorar aquilo que lhe estava a fazer.

De tantos pontapés, a rapariga caiu, rolando nas escadas. O homem desceu-as velozmente, pronto a continuar a espancá-la.

-Saskia!!!-gritou Bill

 Esta estava estendida no chão, e pelo que se via, não estava nada bem.

-Parece que o Bill vai precisar de ajuda...-disse Georg a Tom.

Bill correu até Saskia, ajudando-a a levantar-se.

-Estás bem?-perguntou ele, afastando-lhe da cara alguns cabelos olados a esta devido ao sangue.

-Larga-a, ela não merece que se preocupem com ela, é lixo...-disse o homem, quando ficou frente a frente com Saskia.

-Desculpe lá, mas não se trtam assim as mulheres! Tem sorte se ela não o denunciar! Encoste-lhe um dedo e terá que se a ver comigo!! Anda askia...-disse ele

Este encaminhou-a até há porta do bar, até que se ouviu dizer:

-Amanhã quero-te aqui hás nove em ponto. Tens muito trabalho a fazer...-disse o homem.

Saskia tinha estado calda e assim se deixou ficar.

Tom e Georg seguiram até ao pé de Bill e da rapariga desconhecida.

-Toma, veste isto...-disse Tom carinhosamente, despindo a sua tshirt XXXL e dando-a à rapariga.

esta apenas sorriu triste e vagamente e vestiu aa grande camisola.

Bill aconchegou-a nos seus longos e fortes braços e saiu do bar seguido por Tom e Georg.

 

 

[narrador participante-Saskia]

 

 

Quando ouvi a porta do bar fechar-se atrás de mim, não me consegui controlar: senti fraquejar nas pernas, e comecei a chorar sofridamente, sem parar. Se Bill já não me tivesse envolvida nos seus braços, tinha caido para o chão.

-Temos de a levar para um hospital...-disse Tom.

-Primeiro vamos para casa. Depois, lá decidimos-disse Bill.

-Ela ainda vai cair...-disse Georg.

Bill, reparando que Georg tinha razão, pegou-me facilmente ao colo. Gemi sofridamente quando ele o fez...

Levantei a tshirt XXL que me caía até aos joelhos, deixando apenas o peito coberto. Toquei nas costelas e voltei a gemer.

-Devo ter partido uma costela...-disse eu. Foram as primeiras palavras que estes tinham ouvido a seguir há grande discussão no bar.

Bill aconchegou o meu corpo contra o dele e começou a caminhar até ao carro de Georg, onde tinham vindo.

Georg foi a conduzir e Tom foi a seu lado; Bill sentou-se no banco detrás com as pernas esticadas sobre o banco, deitando-me sobre o seu corpo magro.

Tinha as duas mãos apoiadas no seu peito liso. Olhava o vazio enquanto chorava silenciosamente.

  Bill acariciava-me o cabelo e dava-me pequenos beijos na cabeça deitada perto da sua.

 Estava a começar a doer-me a cabeça, mas aquela protecção de Bill fazia-me esquecer as dores.

Este virou-me de barriga para cima quando o carro parou, saindo dele comigo no seu colo.

Caminhouaté sua casa, seguindo Tom e Georg. Tom abriu a porta; acendeu a luz do hall de entrada.

-Vou levá-la lá para cima...-disse Bill encaminhando-se para as escadas que iam dar aos quartos. Abriu a porta de um destes e entrou, pousando-me sobre aquilo que parecia ser a sua cama.

-Descança e não te preocupes com nada que nós tratamos de tudo.-disse-me enquanto me tapava com os lençóis.

-MAs... Bill...-comecei.

-Tenta descansar...-disse ele, aconchegando-me os lençõis e dando-me um beijo na bochecha seguido de uma carícia no cabelo sedoso.

Suspirei e fiz como Bill tinha mandado.

-Já volto, vou buscar qualquer coisa quente para beberes...-disse-me reparando que o meu corpo estava muito frio. Saiu do quarto em silêncio, e desceu as escadas da mesma forma.

-Como é que ela está?-perguntou Tom vendo o irmão entrando para a cozinha. Seguiu-o juntamente com Georg.

-Já está mais calma...-suspirou enquanto aquecia leite no microondas.

-A sério, só tenho vontade de esmagar aquele homem! Ai que nervos!-disse Georg cerrando os punhos.

-Acredita que não és o único!!!-disse Tom, sentando-se sobre o balcão.

Este continuava sem camisola, mostrando os seus abdominais bem defnidos.

-Ela ainda está a sangrar?-perguntou Georg a Bill, lembrando-se que havia visto-me sangrando.

-Já não, mas ainda tenho de lhe ir limpar a ferida...-disse Bill.

-Então eu ajudo-te-disse Tom.

Este foi buscar a caixa de primeiros socorros e foi até ao quarto ao lado de Bill.

-Eih... então linda, melhor?-perguntou Tom quando entrou no quarto ao lado de Bill.

Eu estava sentada e já não tinha a camisola de Tom vestida, apenas a langerie.

-Não sei...-suspirei-Obrigada pela camisola...

Ambos se sentaram, Tom ao meu lado na cama e Bill no sofá à frente.

-Posso-te desinfectar isso?-perguntou Bill abrindo o estojo de primeiros socorros, chegando-se há cama de joelhos.

Encolhi os ombros e deixei-o limpar aquele sangue. Depois deste ter feito isto, sorri.

-Obrigada...-agradeci eu, com um sorriso já mais sentido.

-Estamos sempre hás ordens!-disse Tom sorrindo, enqanto me afastava uma mecha de cabelo castanho da face já mais animada.

-Por falar em ordens...-começou Bill, intervindo-Tu vais dormir e descansar!

-Bill, eu nem tenho casa... Primeiro arranjo uma e depois preocupo-me em dormir!-disse eu enqquanto me tentava levantar da cama, mas sendo impedida por eles.

-Agoa já tens...-disse Tom.

-Ficas connosco e acabou...-disse Bill

-Agora descança...-disse Tom, ajudando-me a deitar-me novamente sobre a cama de Bill, dando-me uma festa no cabelo saindo do quarto seguindo Bill.

Boa noite...-disseram em coro, antes de fecharem a porta.

   Aninhei-me nos lençóis da confortável cama. Comecei a relembrar aquilo que tinha acontecido naquela noite. Deixei uma lágrima percorrer-me a bochecha e adormeci.

 

 

 

(Fim do 2º. Capítulo)

 

Cap. escrito a ouvir:

Rescue me-Tokio Hotel

Forgotten Childrens -Tokio Hotel

Love is Dead- Tokio Hoel

Sacred-Tokio Hotel

 

***

E tá postado!!!

 

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Todos os comentários feitos ao artigo :
Fanfic-2º.Capítulo-Prostituição forçada

  • kattah kaulitz

    Wed 02 Jul 2008 04:23

    oh!!! ela dedicou.me!! tbe'm te adoro!!

    e' bom ter amigos...e por vezes os amigos tornam-se especiais...