Fanfic-3º.Capítulo-Um novo dia  Inserido Saturday 05 July 2008 02:54

Weel, terceirissimo a caminho!!

 

 

 

3º. Capítulo

  Senti os primeiros raios de sol embaterem.me sobre a face pálida.

Espreguicei.me e olhei em volta. Vi o Bill dormindo serenamente sobre o sofá do quarto, de gnerosas dimensões. Nem acredito que lhe ocupei a cama. Coitadinho, teve de dormir no sofá. Eu relamente estrago tudo. Talvez, talvez aquele homem, apesar de tudo, tivesse razão.

 Levantei.me da cama a algum custo e arranquei os lençóis desta. Tapei Bill, que estava apenas com as calças vestidas. Saí do quarto em silêncio, andando pelo corredor. Espreitei para o quarto que parecia ser o de Tom. Lá estava ele a dormir sobre a cama...

 Não resisti e entrei, caminhando silenciosa e cautelosamente até ele. Tapei.o, (pois ele encontrava.se completamente destapado em cima da sua cama, apenas com uns simples boxers pretos e justos que faziam um contraste delicioso com o seu ronze de início de Verão) dei.lhe algumas festas nas rastas e saí. Desci as escadas que começavam no fim do longo corredor. Fui até há sala e vi que esta se encontrava vazia. Segui para a cozinha, bebi um copo de água e sentei.me no chão, olhando o invisível, e cantando:

-On top of the roof

The air is so cold and so calm

I say your name in silence

I don't want to ear it right now

 

The eyes of the city

Are counting the tears falling down

Each one a promise

Of everything you never found

 

I scream into the night for you

Don't make it true

Don't jump-deixei.me ficar por ali.

Passaram.se alguns minutos e ouvi uma voz aflita gritar:

-Saskiaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!

-Ai, que foi?-perguntei eu, levantando.me do chão, indo a correr com grande esforço, já a meio das escadas.

Quando cheguei ao cimo destas, vi que Bill estava a meio do corredor, só com os ricos dos boxers (justinhos e vermelhos) vestidos.

-Passou.se alguma coisa?-perguntámos ao mesmo tempo-Estás bem?

Rimo.nos.

-Estou...-disse.lhe-Só tenho um pequeno problema...-apontei para a minha langirie. Pois, eu não podia andar assim vestida pelas ruas de Berlim.

-Bem, por agora eu e o Tom emprestamos.te roupa...-disse ele-Mas depois vamos buscar as tuas...

-Duvido que me deixem sair dali, quanto mais com as minhas coisas...-disse baixando o olhar-E eu não quero lá voltar...

-Eih... Tu tens.nos a nós... E nunca mais lá voltas, disso podes ter a certesa! Eu vou buscar as tuas coisas, e trago.as a bem ou a mal!-disse.me, enquanto me levantava a cara com dois dedos empurrando.a delicadamente para cima.

Sorrimos um para o outro e o mundo parou ali...

-Gutten morgen!-disse Tom saindo do seu quarto.

-Gutten morgen!-cumprimentámos eu e Bill ao mesmo tempo.

-T falas alemão?-perguntaram os dois ao mesmo tempo.

Mão portuguesa, pai alemão dá nisto... Voces é que começaram a falar ingles comigo!!!-disse.lhes-Mas eu sou portuguesa...

  Tom ficou muito sério, como se falasse com o seu sub-consciente.

-Mi gusta latinas!!!-disse ele, olhando.me como olha tudo o que é rabo de saias:ar de quem tava com fome!

 Parti.me a rir quando o ouvi dizer aquilo. Onde é que ele foi aprender a dizer aquilo?

-Oh Tom, realmente só tu...-disse Bill também se rindo da situação.

-Já agora, obrigada pela parte que me toca...-disse, contendo o riso-Estive a inspecionar o vosso frigorífico, e acho que está um tanto vazio... Ou seja:Vou reabastece.lo!

-Ai obrigado... Realmente tens razão, mas não precisas de fazer isso, nós tratamos de tudo...-disse Bill

-Nem pensar; eu trato que não tenho "inútil" escrito na testa!-disse eu-Importam.se que vá tomar banho?

-Não, vai há vontade! Tens shampôs no armário ao lado da banheira... E toalhas na 1ª. gaveta! Usa aquilo que mais gostares!-disse Tom (bom anfitrião?).

-Enquanto isso eu e o Tom vamos tratar duns assuntos e já voltamos...-informou Bill.

-Danke! Então até já!-disse eu entrando na casa de banho.

-Sayonara!-disse Tom, quando eu me preparava pra fechar a porta.

Mein gott... Aquela casa de banho era mesmo linda! Abri a torneira da banheira e entrei lá para dentro com a langirie vestia. Deixei.me ficar completamente molhada e despi.a. Fiquei debaixo daquele jacto de água durante algum tempo... Sentei.me na banheira,, envolvendo os joelhos com os braços, puxando e encolhendo as pernas para junto do meu tronco. Deixei.me ficar assim durante um bom tempo, e depois saí da banheira, enrrolando.me numa toalha vermelha e curta.

-Saskia...-ouvi suspirarem no corredor.

 Quem seria? Tom ou Bill?

 

 

(fim do 3º. Capítulo)

 

Cap. escrito a ouvir:

Bye bye-Mariah Carey

Rescue me-Tokio Hotel

By your side-Tokio Hotel

Rihanna-Take a bow

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Fanfic-2º.Capítulo-Prostituição forçada  Inserido Wednesday 02 July 2008 02:36

Este capitlo é dedicado há Kattah!!! Adoro-te!!!!!

 

 

 

 

2º.Capítulo

 

-Despacha-te e vai trabalhar!-disse-me ele empurrando-me para dentro do camarim onde estavam as outras. Olhou-me de alto a baixo e saiu, batendo fortemente com a port.

-Fugiste de novo... Saskia, já devias saber que não se consegue fugir dele...-disse-me uma voz carinhosa, tentando consolar-me.

-Eu... Esquece.-deixei-me vencer.

-Saskia, despacha-te! O Sr. Rudolf quer-te ver, já!-disse o homem abrindo violentamente a porta.

-Oh, o Rudolf não...-suspirei para mim mesma.

-Disses-te alguma coisa?-perguntou ameaçadoramente.

-Não; estou a ir!-disse eu fazendo um sorriso sínico.

 Respondeu-me da mesma forma e saiu fechando a porta.

Mudei de roupa auxiliada pelas outras e saí do camarim.

O ambiente estava calmo no recinto, aquele cheiro a cachimbo que eu não suporto pairava no ar. Procurava o Rudolf com o olhar, andando pelo bar.

-Saskia!-chamou ele ao ver-me.

Meinne Gotte...

-Olá Sr. Rudolf!-disse eu, fazendo o mehor dos meus sorrisos enquanto caminhava para a mesa deste.

-Oh Saskia, senta-te aqui comigo...-disse ele chegando-se para a ponta do sofá, esperando que eu me sentasse a seu lado. Sorri ainda mais e sentei-me na outra ponta do sofá. Este apressou-se a puxar-me para ele, pondo um de seus braços há volta da minha cintura.

 Sorriu novamente e apertou-me ainca mais contra o seu corpo.

-Tenho saudades tus...-disse-me, beijando-me. Aquele homem tinha um sabor a águardente instalado na boca. Era intragável, mas aguentei-o.-Vamos para o teu quarto...

  A última coisa que me apetecia agora era que ele me pedisse isto. No entanto, ia arranjar problemas se não o levasse onde ele queria ir.

 Sentei-me em cima dele, dando-lhe uns quantos beijos, acariciei-lhe o orgão sexual e puxei-o sedutoramente para fora do sofá, levantando-me.

-Vamos...

 Encaminhei-nos até hás escadas que iam dar aos quartos. No início destas, o tal homem encontrava-se lá encostado.

Sorri sinicamente para este quando passei por ele e subi as escadas seguida por Rudolf.

  O homem deu-lhe um toque no braço e este parou.

-Sr. Rudolf, ela tem-se portado há altura?-perguntou-lhe.

-Lindamente...-respondeu-lhe enquanto sorria para mim, que me encontrava já no cimo das escadas, demasiado longe para conseguir ouvir a conversa.-Mas acho que se vai portar ainda melhor no quarto...

-Ela realmente é fantástica... De qualquer das formas, "puxe" por ela hoje... Ela anda muito saidinha da casca e precisa de um "aperto"... O Sr. é o ideal pra lho dar... Canse-a até ela não aguentar mais...-disse-lhe o sujeito, olhando-me maliciosamente. 

-Terei todo o gosto...-disse ele mirando-me mais uma vez.

 Subiu as escadas na minha direcção, pousou uma mão na minha anca, e avançámos até ao meu suposto quarto.

Abri a porta com a chave que tirei do bolso dos meus shots azuis escuros.

 Rudolf empurrou apressadamente a porta, agarrando-me e beijando-me descontroladamente. Gosh, ele cheirava a bebida. Saskia, tu aguentas.

Rudolf começou a despir-me brutamente, e eu ajudei-o a despir a camisola.

Baixou as calças e obrigou-me a ajoelhar-me há sua frente, acariciando o seu orgão sexual. Aquele homem metia-me nojo, mas eu era obrigada a submeter-me àquilo.

 

 

[narrador não participante]

 

 

 

-Bill e que tal aquele?-perguntou o irmão deste apontando para a porta de um bar.

-Tom, isso é um antro de perdição! Um, olha como lhes chamam nas novelas!, um bordel!-disse Bill aterrorizado.

-Oh,vá lá, não sejas cortes!-disse Tom dando-lhe uma suave palmada no ombro.

-Vá, vamos a este e não se fala mais nisso-disse Georg, que também se encontrava com os gémeos.

 Como Bill recusou-se a entrar pelo próprio pé, Georg e Tom agarraram-no e obrigaram-no.

-Eu não quero, ou será que ainda não perceberam!?-disse Bill irritado com tanta insistência.

-Olha para estas belezas, bebe alguma coisa, papa umas gajas e descontrai...-disse Tom olhando há volta.

Os três rapazes chamaram logo a atenção de jovens e encantadoras raparigas.

  Bill sentia repugnância destas, que vendiam o seu bonito corpo por algumas dezenas de euros.

Tom já estava agarrado a uma loira de olhos azuis, enquanto Georg era rondado por uma rapariga de cabelos ruivos e olho verdes.

Tom sentou-se num dos grandes sofás daquele bar/bordel juntamente com a loira. Georg sentou-se no sofá há frente com Bill ao lado.

-Desculpem lá, mas eu vou-me embora!-disse Bill levantando-se.

-Tu és uma cabra! Tens de fazer o que te mandam!!! É para isso que te pago!-ouviu-se uma voz masculina gritar.

-Eu não tenho de te obedecer! És nojento!-ouviu-se uma voz feminina não gritando mais baixo-E eu não quero o teu dinheiro!

Todos meteram os olhos no cimo das escadas do recinto.

-Desta vez passas-te das marcas, Saskia! Precisas de uma lição!-disse o homem.

No cimo das escadas estava um homem,mais precisamente o dono do bordel, discutindo um aparentemente uma prostituta como todas as outras que ali estavam. Esta estava apenas de langerie preta e botas brancas.

-Tu não mandas em mim! Eu não sou tua!!!-girtou-lhe a rapariga.

  Este deu-lhe um murro cerrado na delicada face, com força suficiente para a conseguir deitar ao chão.

-Tu não me podes fazer isto...-disse ela, enquanto esfregava a zona onde este lhe tinha batido. estava a sangrar do nariz.

-Vamos ver quem me impede...-disse.

Este nem a deixou levantar, começou a dar-lhe pontapés. Ela contorcia-se dolorosamente no chão.

-Pára...-pedia ela.

Ele apenas se ria maliciosamente, demonstrando adorar aquilo que lhe estava a fazer.

De tantos pontapés, a rapariga caiu, rolando nas escadas. O homem desceu-as velozmente, pronto a continuar a espancá-la.

-Saskia!!!-gritou Bill

 Esta estava estendida no chão, e pelo que se via, não estava nada bem.

-Parece que o Bill vai precisar de ajuda...-disse Georg a Tom.

Bill correu até Saskia, ajudando-a a levantar-se.

-Estás bem?-perguntou ele, afastando-lhe da cara alguns cabelos olados a esta devido ao sangue.

-Larga-a, ela não merece que se preocupem com ela, é lixo...-disse o homem, quando ficou frente a frente com Saskia.

-Desculpe lá, mas não se trtam assim as mulheres! Tem sorte se ela não o denunciar! Encoste-lhe um dedo e terá que se a ver comigo!! Anda askia...-disse ele

Este encaminhou-a até há porta do bar, até que se ouviu dizer:

-Amanhã quero-te aqui hás nove em ponto. Tens muito trabalho a fazer...-disse o homem.

Saskia tinha estado calda e assim se deixou ficar.

Tom e Georg seguiram até ao pé de Bill e da rapariga desconhecida.

-Toma, veste isto...-disse Tom carinhosamente, despindo a sua tshirt XXXL e dando-a à rapariga.

esta apenas sorriu triste e vagamente e vestiu aa grande camisola.

Bill aconchegou-a nos seus longos e fortes braços e saiu do bar seguido por Tom e Georg.

 

 

[narrador participante-Saskia]

 

 

Quando ouvi a porta do bar fechar-se atrás de mim, não me consegui controlar: senti fraquejar nas pernas, e comecei a chorar sofridamente, sem parar. Se Bill já não me tivesse envolvida nos seus braços, tinha caido para o chão.

-Temos de a levar para um hospital...-disse Tom.

-Primeiro vamos para casa. Depois, lá decidimos-disse Bill.

-Ela ainda vai cair...-disse Georg.

Bill, reparando que Georg tinha razão, pegou-me facilmente ao colo. Gemi sofridamente quando ele o fez...

Levantei a tshirt XXL que me caía até aos joelhos, deixando apenas o peito coberto. Toquei nas costelas e voltei a gemer.

-Devo ter partido uma costela...-disse eu. Foram as primeiras palavras que estes tinham ouvido a seguir há grande discussão no bar.

Bill aconchegou o meu corpo contra o dele e começou a caminhar até ao carro de Georg, onde tinham vindo.

Georg foi a conduzir e Tom foi a seu lado; Bill sentou-se no banco detrás com as pernas esticadas sobre o banco, deitando-me sobre o seu corpo magro.

Tinha as duas mãos apoiadas no seu peito liso. Olhava o vazio enquanto chorava silenciosamente.

  Bill acariciava-me o cabelo e dava-me pequenos beijos na cabeça deitada perto da sua.

 Estava a começar a doer-me a cabeça, mas aquela protecção de Bill fazia-me esquecer as dores.

Este virou-me de barriga para cima quando o carro parou, saindo dele comigo no seu colo.

Caminhouaté sua casa, seguindo Tom e Georg. Tom abriu a porta; acendeu a luz do hall de entrada.

-Vou levá-la lá para cima...-disse Bill encaminhando-se para as escadas que iam dar aos quartos. Abriu a porta de um destes e entrou, pousando-me sobre aquilo que parecia ser a sua cama.

-Descança e não te preocupes com nada que nós tratamos de tudo.-disse-me enquanto me tapava com os lençóis.

-MAs... Bill...-comecei.

-Tenta descansar...-disse ele, aconchegando-me os lençõis e dando-me um beijo na bochecha seguido de uma carícia no cabelo sedoso.

Suspirei e fiz como Bill tinha mandado.

-Já volto, vou buscar qualquer coisa quente para beberes...-disse-me reparando que o meu corpo estava muito frio. Saiu do quarto em silêncio, e desceu as escadas da mesma forma.

-Como é que ela está?-perguntou Tom vendo o irmão entrando para a cozinha. Seguiu-o juntamente com Georg.

-Já está mais calma...-suspirou enquanto aquecia leite no microondas.

-A sério, só tenho vontade de esmagar aquele homem! Ai que nervos!-disse Georg cerrando os punhos.

-Acredita que não és o único!!!-disse Tom, sentando-se sobre o balcão.

Este continuava sem camisola, mostrando os seus abdominais bem defnidos.

-Ela ainda está a sangrar?-perguntou Georg a Bill, lembrando-se que havia visto-me sangrando.

-Já não, mas ainda tenho de lhe ir limpar a ferida...-disse Bill.

-Então eu ajudo-te-disse Tom.

Este foi buscar a caixa de primeiros socorros e foi até ao quarto ao lado de Bill.

-Eih... então linda, melhor?-perguntou Tom quando entrou no quarto ao lado de Bill.

Eu estava sentada e já não tinha a camisola de Tom vestida, apenas a langerie.

-Não sei...-suspirei-Obrigada pela camisola...

Ambos se sentaram, Tom ao meu lado na cama e Bill no sofá à frente.

-Posso-te desinfectar isso?-perguntou Bill abrindo o estojo de primeiros socorros, chegando-se há cama de joelhos.

Encolhi os ombros e deixei-o limpar aquele sangue. Depois deste ter feito isto, sorri.

-Obrigada...-agradeci eu, com um sorriso já mais sentido.

-Estamos sempre hás ordens!-disse Tom sorrindo, enqanto me afastava uma mecha de cabelo castanho da face já mais animada.

-Por falar em ordens...-começou Bill, intervindo-Tu vais dormir e descansar!

-Bill, eu nem tenho casa... Primeiro arranjo uma e depois preocupo-me em dormir!-disse eu enqquanto me tentava levantar da cama, mas sendo impedida por eles.

-Agoa já tens...-disse Tom.

-Ficas connosco e acabou...-disse Bill

-Agora descança...-disse Tom, ajudando-me a deitar-me novamente sobre a cama de Bill, dando-me uma festa no cabelo saindo do quarto seguindo Bill.

Boa noite...-disseram em coro, antes de fecharem a porta.

   Aninhei-me nos lençóis da confortável cama. Comecei a relembrar aquilo que tinha acontecido naquela noite. Deixei uma lágrima percorrer-me a bochecha e adormeci.

 

 

 

(Fim do 2º. Capítulo)

 

Cap. escrito a ouvir:

Rescue me-Tokio Hotel

Forgotten Childrens -Tokio Hotel

Love is Dead- Tokio Hoel

Sacred-Tokio Hotel

 

***

E tá postado!!!

 

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Fanfic-1º.Capítulo-O anel  Inserido Wednesday 02 July 2008 02:01

Bem, vou começar uma nova fic!!!

E vou postá-la aqui no meu blog!

Nesta fic não me chamo Mafalda mas sim Saskia (como eu adoro este nome) e tirando isso mantém-se tudo!

 

 

1º. Capítulo

  Passeava pelas ruas de Berlim, sem qualquer rumo. Estava um calmo dia de início de Verão nas ruas. A cidade estava mais calma que o costume. Doía-me o coração quando relembrava o que tinha acontecido. Sentia-me uma amla sem sentido e um espírito perdido.

Enquanto todas estes pensamentos me atordoavam, eu andava pelas ruas apenas por andar, de cabeça baixa, chorando como se isso fosse a única coisa que me restava fazer.

Choquei contra alguém.

-Oh, desculpe...-pediu o rapaz com quem tinha chocado. Tinha-me embatido no ombro, e isso fez com que o meu braço fosse projectado para trás. Olhou a minha mão com atenção Sorriu, e, depois de me ver as lágrimas perguntou-Estás bem?

-Não, não estou bem... Adeus..-disse eu atravessando para outra rua, cruzando a estrada.

O rapaz, agora de mãos dentro dos bolsos pouco fundos das suas calças há medida, encolheu os ombros e atravessou a seguir de mim.

Sentei-me na relva daquele parque gigantesco, que me abstraía da confusão da cidade. Mirei a estrada e vi que o rapaz a atravessava, vindo na minha direcção. Olhou-me e sentou-se ao meu lado.

-Queres desabafar?-perguntou ele.

-Bill, obrigada mas...-disse eu, deixando uma lágrima silenciosa percorrer-me a face.

-Ah, estava a ver que não sabias o meu nome!-interrompeu-me.

-Sei tão bem que até...-disse eu, levantando um pouco a camisola e baixando ligeiramente as calças na zona da minha omoplata direita-...o trago comigo.

 Bill vislumbrou-se com a minha tatuagem de uma estrela com o seu nome lá dentro. Ficou estupfacto.

-Tu...-tentou articular-Porque a fizeste?

-Deixa tar que não és o primeiro a ficar assim depois de a ver...-suspirei.

-Pois...-disse ele-Vamos beber alguma coisa àquela esplanada, anda...

-Qual é o teu interesse em estares aqui comigo, tens a tua vida e o teu mundo, que te interesso eu?-perguntei enquanto me levantava ao mesmo tempo que ele.

-Cala-te e anda...-disse ele, agarrando-me a mão e guiando-me até há esplanada.

  Sentámo-nos e Bill olahava atentamente para os meus olhos castanhos escuros, para as duas mechas de cabelo dourado e vermelho que me caía pela face, e depois desviou o seu olhar para a minha mão.

-O meu anel choca-te assim tanto, é?-perguntei eu

 O meu anel era grande, vistoso e preto, com o símbolo dos TH marcado a branco.

-Não, mas acho-o bonito-respondeu-me olhando-me nos olhos-És fan há muito tempo? 

-Há quatro anos...-suspirei, dando um gole no meu café.

-Quase... Quer dizer, desde o início!-disse.

-Sim...-confirmei-Já vos conhecia como Devilish mas tornei-me fan quando nasceram os TH.

-Tu és diferente...-suspirou enquanto me olhava com um olhar tão penetrante que parecia perfurar o meu corpo.

-Só porque te trato como uma pessoa normal?-perguntei, esboçando um leve sorriso-Mas é o que tu és!

-Eu sei, mas sendo fan desde o início podias ter uma reacção mais...-tentou explicar.

-Histérica?-perguntei-lhe.

-Sim!-disse

-Eu não sou assim como a maiora das fans que vos perseguem e que se atiram a vo^cês quando podem e não podem...-disse-lhe.

-Já tinha reparado...-disse ele sorrindo ainda mais. Geez. Que sorriso tão lindo.

Estava completamente co-penetrada naquele sorriso quando sinto o toque de uma mão agressiva no ombro.

-Encontrei-te.-ouvi uma voz maliciosa que não me era estranha dizer.

  Senti-me congelar. Era ele de novo.

-Bill, desculpa mas tenho de ir...-dise eu deixando uma lágrima cair sobre a minha expressão aterrorizada.

-Ok, adeus...Nem me chegaste a dizer o teu nome...-disse ele levantando-se mais uma vez ao mesmo tempo que eu.

-Saskia...-respondi-lhe.

-Depois, quando te apetecer, liga-me... Talvez para... Bem, quando quiseres já sabes...-disse ele dando-me um cartão com o seu número de telemóvel-E não chores... Não suporto ver mulheres bonitas chorar...

   Limpou-me as lágrimas, deu-me um sonoro beijo na bochecha e seguiu o seu caminho. Fiquei a vê-lo afastar-se.

-Já te disse para não fugires que é pior para ti!!!-disse o homem, agarrando-me fortemente pelo braço- E dá-me a porcaria desse cartão!

-Nem penses!-disse eu guardando o cartão dentro do sutien.

  Olhou-me com desdém e puxou-me pelas ruas. Deixei-me ir. Talvez fosse para isso que eu servia. Talvez esta era a minha sina que não podia ser mudada.

Não podia fugir dali, não podia ser livre... E ninguém me podia salvar.

 

Cap. escrito a ouvir:

Geh!-Tokio Hotel

Rescue me- Tokio Hotel

Don't jump- Tokio Hotel

 

(Fim do 1º. Capitulo)

e aqui está!!!

  o que acharam? comentem!!!

 

 

kusses

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Bill Kaulitz-A sua rapariga ideal  Inserido Tuesday 01 July 2008 15:55

Bem, o meu primeiro post no blog... Olhem que emocionante!!!

  What ever... Numa das minhas navegações cibernauticas na Bill'lândia descobri o seu tipo de rapariga ideal!!!

 

 

A rapriga ideal do Bill tem de ser assim:

Altura: "10 cm's mais baixo que ele."

Cor do cabelo: "Escuro."

Estilo: "Não importa."

Carácter: "Extrovertida, simpática, completamente louca e romântica."

O mais importante para ela: "O amor."

Mamas: "Não importa."

Mãos: "Suaves como as de um bebé."

Música que deve ouvir: "Tudo o que for bom."

Onde deve viver: "Não na Alemanha!"

Fã ou não? : "Muito sinceramente não sei, o que importa é que ela não esteja comigo pelo meu dinheiro."

Onde quer conhecê-la: "Na rua, por casualidade"

 

 

E aqui está o tipo de rapariga ideal do Bill!!! Ainda tenho mais artigos sobre o Bill e o amor e vou postá-los em breve!!!

 

 

 

 

A ouvir: Love is dead-Tokio Hotel

Hoje sinto.me: Feliiiiiiiiz!!!

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TH_2  Inserido Tuesday 01 July 2008 00:16

Blogue de maffytokiohoteldependente :BTGG-Maffy's world, TH_2
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