Este capitlo é dedicado há Kattah!!!
Adoro-te!!!!!
2º.Capítulo
-Despacha-te e vai trabalhar!-disse-me ele empurrando-me para
dentro do camarim onde estavam as outras. Olhou-me de alto a baixo
e saiu, batendo fortemente com a port.
-Fugiste de novo... Saskia, já devias saber que
não se consegue fugir dele...-disse-me uma voz carinhosa,
tentando consolar-me.
-Eu... Esquece.-deixei-me vencer.
-Saskia, despacha-te! O Sr. Rudolf quer-te ver, já!-disse
o homem abrindo violentamente a porta.
-Oh, o Rudolf não...-suspirei para mim mesma.
-Disses-te alguma coisa?-perguntou ameaçadoramente.
-Não; estou a ir!-disse eu fazendo um sorriso
sínico.
Respondeu-me da mesma forma e saiu fechando a porta.
Mudei de roupa auxiliada pelas outras e saí do
camarim.
O ambiente estava calmo no recinto, aquele cheiro a cachimbo que
eu não suporto pairava no ar. Procurava o Rudolf com o
olhar, andando pelo bar.
-Saskia!-chamou ele ao ver-me.
Meinne Gotte...
-Olá Sr. Rudolf!-disse eu, fazendo o mehor dos meus
sorrisos enquanto caminhava para a mesa deste.
-Oh Saskia, senta-te aqui comigo...-disse ele chegando-se para a
ponta do sofá, esperando que eu me sentasse a seu lado.
Sorri ainda mais e sentei-me na outra ponta do sofá. Este
apressou-se a puxar-me para ele, pondo um de seus braços
há volta da minha cintura.
Sorriu novamente e apertou-me ainca mais contra o seu
corpo.
-Tenho saudades tus...-disse-me, beijando-me. Aquele homem tinha
um sabor a águardente instalado na boca. Era
intragável, mas aguentei-o.-Vamos para o teu quarto...
A última coisa que me apetecia agora era que ele
me pedisse isto. No entanto, ia arranjar problemas se
não o levasse onde ele queria ir.
Sentei-me em cima dele, dando-lhe uns quantos beijos,
acariciei-lhe o orgão sexual e puxei-o sedutoramente para
fora do sofá, levantando-me.
-Vamos...
Encaminhei-nos até hás escadas que iam dar
aos quartos. No início destas, o tal homem encontrava-se
lá encostado.
Sorri sinicamente para este quando passei por ele e subi as
escadas seguida por Rudolf.
O homem deu-lhe um toque no braço e este
parou.
-Sr. Rudolf, ela tem-se portado há
altura?-perguntou-lhe.
-Lindamente...-respondeu-lhe enquanto sorria para mim, que me
encontrava já no cimo das escadas, demasiado longe para
conseguir ouvir a conversa.-Mas acho que se vai portar ainda melhor
no quarto...
-Ela realmente é fantástica... De qualquer das
formas, "puxe" por ela hoje... Ela anda muito saidinha da
casca e precisa de um "aperto"... O Sr. é o ideal pra lho
dar... Canse-a até ela não aguentar mais...-disse-lhe
o sujeito, olhando-me maliciosamente.
-Terei todo o gosto...-disse ele mirando-me mais uma vez.
Subiu as escadas na minha direcção,
pousou uma mão na minha anca, e
avançámos até ao meu suposto quarto.
Abri a porta com a chave que tirei do bolso dos meus shots azuis
escuros.
Rudolf empurrou apressadamente a porta, agarrando-me e
beijando-me descontroladamente. Gosh, ele cheirava a bebida.
Saskia, tu aguentas.
Rudolf começou a despir-me brutamente, e eu ajudei-o a
despir a camisola.
Baixou as calças e obrigou-me a ajoelhar-me há sua
frente, acariciando o seu orgão sexual. Aquele homem
metia-me nojo, mas eu era obrigada a submeter-me àquilo.
[narrador não participante]
-Bill e que tal aquele?-perguntou o irmão deste apontando
para a porta de um bar.
-Tom, isso é um antro de perdição! Um, olha
como lhes chamam nas novelas!, um bordel!-disse Bill
aterrorizado.
-Oh,vá lá, não sejas cortes!-disse Tom
dando-lhe uma suave palmada no ombro.
-Vá, vamos a este e não se fala mais nisso-disse
Georg, que também se encontrava com os gémeos.
Como Bill recusou-se a entrar pelo próprio
pé, Georg e Tom agarraram-no e obrigaram-no.
-Eu não quero, ou será que ainda não
perceberam!?-disse Bill irritado com tanta insistência.
-Olha para estas belezas, bebe alguma coisa, papa umas gajas e
descontrai...-disse Tom olhando há volta.
Os três rapazes chamaram logo a atenção de
jovens e encantadoras raparigas.
Bill sentia repugnância destas, que vendiam o seu
bonito corpo por algumas dezenas de euros.
Tom já estava agarrado a uma loira de olhos azuis,
enquanto Georg era rondado por uma rapariga de cabelos ruivos e
olho verdes.
Tom sentou-se num dos grandes sofás daquele bar/bordel
juntamente com a loira. Georg sentou-se no sofá há
frente com Bill ao lado.
-Desculpem lá, mas eu vou-me embora!-disse Bill
levantando-se.
-Tu és uma cabra! Tens de fazer o que te mandam!!!
É para isso que te pago!-ouviu-se uma voz masculina
gritar.
-Eu não tenho de te obedecer! És nojento!-ouviu-se
uma voz feminina não gritando mais baixo-E eu não
quero o teu dinheiro!
Todos meteram os olhos no cimo das escadas do recinto.
-Desta vez passas-te das marcas, Saskia! Precisas de uma
lição!-disse o homem.
No cimo das escadas estava um homem,mais precisamente o dono do
bordel, discutindo um aparentemente uma prostituta como todas as
outras que ali estavam. Esta estava apenas de langerie preta e
botas brancas.
-Tu não mandas em mim! Eu não sou
tua!!!-girtou-lhe a rapariga.
Este deu-lhe um murro cerrado na delicada face, com
força suficiente para a conseguir deitar ao chão.
-Tu não me podes fazer isto...-disse ela, enquanto
esfregava a zona onde este lhe tinha batido. estava a sangrar do
nariz.
-Vamos ver quem me impede...-disse.
Este nem a deixou levantar, começou a dar-lhe
pontapés. Ela contorcia-se dolorosamente no chão.
-Pára...-pedia ela.
Ele apenas se ria maliciosamente, demonstrando adorar aquilo que
lhe estava a fazer.
De tantos pontapés, a rapariga caiu, rolando nas escadas.
O homem desceu-as velozmente, pronto a continuar a
espancá-la.
-Saskia!!!-gritou Bill
Esta estava estendida no chão, e pelo que se via,
não estava nada bem.
-Parece que o Bill vai precisar de ajuda...-disse Georg a
Tom.
Bill correu até Saskia, ajudando-a a levantar-se.
-Estás bem?-perguntou ele, afastando-lhe da cara alguns
cabelos olados a esta devido ao sangue.
-Larga-a, ela não merece que se preocupem com ela,
é lixo...-disse o homem, quando ficou frente a frente com
Saskia.
-Desculpe lá, mas não se trtam assim as mulheres!
Tem sorte se ela não o denunciar! Encoste-lhe um dedo e
terá que se a ver comigo!! Anda askia...-disse ele
Este encaminhou-a até há porta do bar, até
que se ouviu dizer:
-Amanhã quero-te aqui hás nove em ponto. Tens
muito trabalho a fazer...-disse o homem.
Saskia tinha estado calda e assim se deixou ficar.
Tom e Georg seguiram até ao pé de Bill e da
rapariga desconhecida.
-Toma, veste isto...-disse Tom carinhosamente, despindo a sua
tshirt XXXL e dando-a à rapariga.
esta apenas sorriu triste e vagamente e vestiu aa grande
camisola.
Bill aconchegou-a nos seus longos e fortes braços e saiu
do bar seguido por Tom e Georg.
[narrador participante-Saskia]
Quando ouvi a porta do bar fechar-se atrás de mim,
não me consegui controlar: senti fraquejar nas pernas, e
comecei a chorar sofridamente, sem parar. Se Bill já
não me tivesse envolvida nos seus braços, tinha caido
para o chão.
-Temos de a levar para um hospital...-disse Tom.
-Primeiro vamos para casa. Depois, lá decidimos-disse
Bill.
-Ela ainda vai cair...-disse Georg.
Bill, reparando que Georg tinha razão, pegou-me
facilmente ao colo. Gemi sofridamente quando ele o fez...
Levantei a tshirt XXL que me caía até aos joelhos,
deixando apenas o peito coberto. Toquei nas costelas e voltei a
gemer.
-Devo ter partido uma costela...-disse eu. Foram as primeiras
palavras que estes tinham ouvido a seguir há grande
discussão no bar.
Bill aconchegou o meu corpo contra o dele e começou a
caminhar até ao carro de Georg, onde tinham vindo.
Georg foi a conduzir e Tom foi a seu lado; Bill sentou-se no
banco detrás com as pernas esticadas sobre o banco,
deitando-me sobre o seu corpo magro.
Tinha as duas mãos apoiadas no seu peito liso. Olhava o
vazio enquanto chorava silenciosamente.
Bill acariciava-me o cabelo e dava-me pequenos beijos na
cabeça deitada perto da sua.
Estava a começar a doer-me a cabeça, mas
aquela protecção de Bill fazia-me esquecer as
dores.
Este virou-me de barriga para cima quando o carro parou, saindo
dele comigo no seu colo.
Caminhouaté sua casa, seguindo Tom e Georg. Tom abriu a
porta; acendeu a luz do hall de entrada.
-Vou levá-la lá para cima...-disse Bill
encaminhando-se para as escadas que iam dar aos quartos. Abriu a
porta de um destes e entrou, pousando-me sobre aquilo que parecia
ser a sua cama.
-Descança e não te preocupes com nada que
nós tratamos de tudo.-disse-me enquanto me tapava com os
lençóis.
-MAs... Bill...-comecei.
-Tenta descansar...-disse ele, aconchegando-me os
lençõis e dando-me um beijo na bochecha seguido de
uma carícia no cabelo sedoso.
Suspirei e fiz como Bill tinha mandado.
-Já volto, vou buscar qualquer coisa quente para
beberes...-disse-me reparando que o meu corpo estava muito frio.
Saiu do quarto em silêncio, e desceu as escadas da mesma
forma.
-Como é que ela está?-perguntou Tom vendo o
irmão entrando para a cozinha. Seguiu-o juntamente com
Georg.
-Já está mais calma...-suspirou enquanto aquecia
leite no microondas.
-A sério, só tenho vontade de esmagar aquele
homem! Ai que nervos!-disse Georg cerrando os punhos.
-Acredita que não és o único!!!-disse Tom,
sentando-se sobre o balcão.
Este continuava sem camisola, mostrando os seus abdominais bem
defnidos.
-Ela ainda está a sangrar?-perguntou Georg a Bill,
lembrando-se que havia visto-me sangrando.
-Já não, mas ainda tenho de lhe ir limpar a
ferida...-disse Bill.
-Então eu ajudo-te-disse Tom.
Este foi buscar a caixa de primeiros socorros e foi até
ao quarto ao lado de Bill.
-Eih... então linda, melhor?-perguntou Tom quando entrou
no quarto ao lado de Bill.
Eu estava sentada e já não tinha a camisola de Tom
vestida, apenas a langerie.
-Não sei...-suspirei-Obrigada pela camisola...
Ambos se sentaram, Tom ao meu lado na cama e Bill no sofá
à frente.
-Posso-te desinfectar isso?-perguntou Bill abrindo o estojo de
primeiros socorros, chegando-se há cama de joelhos.
Encolhi os ombros e deixei-o limpar aquele sangue. Depois deste
ter feito isto, sorri.
-Obrigada...-agradeci eu, com um sorriso já mais
sentido.
-Estamos sempre hás ordens!-disse Tom sorrindo, enqanto
me afastava uma mecha de cabelo castanho da face já mais
animada.
-Por falar em ordens...-começou Bill, intervindo-Tu vais
dormir e descansar!
-Bill, eu nem tenho casa... Primeiro arranjo uma e depois
preocupo-me em dormir!-disse eu enqquanto me tentava levantar da
cama, mas sendo impedida por eles.
-Agoa já tens...-disse Tom.
-Ficas connosco e acabou...-disse Bill
-Agora descança...-disse Tom, ajudando-me a deitar-me
novamente sobre a cama de Bill, dando-me uma festa no cabelo saindo
do quarto seguindo Bill.
Boa noite...-disseram em coro, antes de fecharem a porta.
Aninhei-me nos lençóis da
confortável cama. Comecei a relembrar aquilo que tinha
acontecido naquela noite. Deixei uma lágrima percorrer-me a
bochecha e adormeci.
(Fim do 2º. Capítulo)
Cap. escrito a ouvir:
Rescue me-Tokio Hotel
Forgotten Childrens -Tokio Hotel
Love is Dead- Tokio Hoel
Sacred-Tokio Hotel
***
E tá postado!!!